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Na COP 19, ativistas do Greenpeace lembram os 30 detidos no Ártico

Ativistas da organização ambiental Greenpeace realizaram protesto nesta quarta-feira (13) em Varsóvia, sede da COP 19, conferência climática da ONU, para lembrar que os 28 integrantes da ONG e dois jornalistas permanecem detidos na Rússia há quase dois meses, após protesto contra a exploração de petróleo no Ártico.

Segurando fotos de cada um dos presos, incluindo a brasileira Ana Paula Maciel, os ativistas chamaram a atenção por quem passava pelas instalações do Estádio Nacional, na capital da Polônia.

Nesta terça-feira (12), o grupo chegou a São Petersburgo, após transferência de trem feita a partir de Murmansk, no Norte do país, e foram realocados em prisões preventivas da cidade. De acordo com a agência de notícias “Interfax”, eles foram repartidos em três centros de detenção.

As autoridades penitenciárias russas dizem que as condições de detenção dos tripulantes da embarcação do Greenpeace correspondem à legislação russa e às normas internacionais.

Pedido de liberdade provisória

O Conselho de Direitos Humanos adjunto à Presidência russa solicitou deixar em liberdade provisória os tripulantes do “Arctic Sunrise”, acusados de vandalismo.

O pedido foi feito com argumentos de que em 23 de outubro os órgãos de instrução rebaixaram as acusações contra os ativistas de “pirataria” a “vandalismo”, delito este último que não necessariamente é punido com pena de prisão.

O Greenpeace declarou que recorreria da acusação de vandalismo, que qualificou de “igualmente absurda” que a de pirataria, “já que os ativistas não cometeram nenhum ato que violasse gravemente a ordem pública”.

Os acusados foram aprisionados em 18 de setembro pela guarda-costeira russa, quando tentavam realizar um protesto pela extração de petróleo no Ártico. O grupo proceed da Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, Brasil, República Tcheca, Polônia, Turquia, Finlândia, Suécia e França.

Fonte: G1

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