Price Waterhouse Coopers (PwC) lança relatório sobre evolução na intensidade de carbono das principais economias: Brasil continua com intensidade relativamente baixa, mas fica com o pior desempenho em termos de tendência no período 2012-13, entre as maiores 21 economias do mundo.
O relatório apresenta a linha tênue entre as atuais emissões e as metas mundiais de redução. Para atingi-las, destaca o documento, seria preciso reduzir a intensidade de carbono (quantidade de emissões de carbono por unidade de PIB) em 6,0% ao ano, a cada ano até 2100, para que o aquecimento do planeta seja limitado a 2ºC. A redução mundial no período 2012-13 é de 1,2%, enquanto o Brasil apresentou aumento em 5,5%.
Ideal
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) sugeriu que aquecimento do planeta deve ser limitado a 2ºC até 2100 para que os impactos não sejam catastróficos. Um aumento de até 4ºC acarretaria “um impacto severo e generalizado sobre sistemas únicos e em perigo, extinções substanciais de espécies” e “grandes riscos para a segurança alimentar mundial e regional”.
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Fonte: Eco-Finanças







